EM NOME DA TERRA
Escola de Soberania através de uma Vida Natural e dos Saberes da Terra
SOBRE A ESCOLA
EM NOME DA TERRA
Esta escola surgiu como o culminar da vivência de 15 anos no campo e de actividades facilitadas ao longo do meu trabalho enquanto artesã de cosmética natural, herbalista, terapeuta e doula.
Esta escola tem o serviço de ensinar, mostrar, inspirar muitas pessoas a fazerem as mudanças necessárias para uma vida mais natural, através daquilo que a Terra tanto sabe e sempre nos ensinou. Hoje, numa amnésia colectiva, resta-nos recordar esta memória e voltar a colocá-la em prática, por um bem maior de todos e da Terra.
Em Nome da Terra oferece várias oportunidades de aprendizagem desde o fascinante mundo das plantas, aos ofícios vivos, aos saberes antigos da terra e dos nossos bisavós, a um estilo de vida mais auto suficiente, a uma consciência mais autogestionada, a um consumo mais organizado e económico a uma soberania alimentar, e independência da indústria.
As pessoas que contribuem para esta escola funcionar, foram escolhidas com muito carinho e por todas terem uma proximidade com os valores que considero éticos : Autenticidade, Integridade, Transparência/Honestidade, Humildade, Soberania, Partilha do Excedente e Amor pela Terra e Defesa do nosso Património.

EM NOME DA TERRA, é um nome e conceito inspirado de Pierre Rabhi, um inspirador agricultor, pensador e escritor argelino, pai da agroecologia.
A Fundadora
Joana Vitória Martins, A Mulher Que Trabalha No Bosque, é a fundadora desta escola.
Artesã da Vida Natural, Herbalista e Escritora tem no seu coração o desejo que muitas pessoas neste mundo mudem para hábitos mais de acordo com um ritmo natural ao longo das estações, e que assim o respeito e a reciprocidade pela Terra imperem de forma a promover a sua conservação, a sua vida. Afinal de contas, Ela é a Nossa Casa.

Missão – Objectivo – Valores
Missão
A missão principal desta escola é educar para uma vida natural, cíclica, económica, simples, soberana baseada numa ética de harmonia pela Terra.
E porquê?
- Porque nos separámos da Natureza.
- Porque nos esquecemos que Somos Todos Um.
- Porque nos esquecemos que Ela é Casa e que somos os filhos dela.
- Porque vivemos um momento de viragem com uma saúde mental, espiritual e emocional em risco.
- Porque precisamos voltar a viver uma Vida Mais Natural.
Objectivo
Aproximar cada pessoa da natureza que é a sua casa e Reconhecer e Honrar a nossa Flora Nativa.
Criar em cada casa um herbalista, um jardineiro, um pequeno agricultor, pessoas mais soberanas.
Valores
Os valores desta escola são muito ligados aos da Permacultura:
- Cuidar das Pessoas
- Cuidar da Terra
- Partilhar os Recursos
- Valores Partilhados:
- Respeito pela Terra
- Transparência
- Humildade
- Reverência
- Simplicidade
- Criar Economia Circular
- Sustentabilidade Local
- Soberania
- Defesa da Língua Materna Portuguesa e Mirandesa
- Um Saber Do Povo para o Povo
E ainda…
- Activismo Económico
Nesta escola apoia-se a economia em vez do capital. Temos consciência de que o capital é essencial numa sociedade em que a matéria (dinheiro) é necessária para determinados fins, mas não defendemos criar um capital elitista com este curso. Os valores praticados na escola foram criados para chegar a um mercado de pessoas da qual fazem parte a maioria dos habitantes em Portugal (ainda) – média qualidade de vida. Como fundadora sem apoios institucionais e dinamizadora destas actividades, celebro o sucesso, a ambição, a criatividade e também a generosidade, sabendo que o dinheiro também pode estar em boas mãos, criando economia através da cobrança de valores financeiros moderados.
Cursos, Oficinas e outras Actividades A Decorrer na
Escola Em Nome da Terra
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CURSO
Vida Natural
4a edição
2026 / 2027
Oradores
Conhece os oradores da 4ª edição do curso Vida Natural
Oradores

Carla e Fernando Oliveira – Movimento de Transição e Coopérnico
Carla Oliveira – Trabalha na Coopérnico desde 2016. Durante este período, realizou várias apresentações da Coopérnico por todo o país. Estas ações tiveram como objetivo promover a literacia energética do público em geral, bem como envolvê-lo no mundo das energias renováveis
Fernando Oliveira – Desde 2007 ligado ao associativismo, passou pela Iniciativa de Transição de Linda-a-Velha e Hub Transição Portugal, Reconomy e a Neighbourhood Community Network. Fundador de 2 Cooperativas, atualmente ligado às associações CCLAV, Between, Micélio Portugal e Men Talks. Integra o grupo da CER Beirã/St. A. das Areias.
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Cláudia Martins – Arquitecta Descalça
Durante o meu percurso como estudante de arquitectura descobri a arquitectura vernacular e a construção natural, mundos pelos quais me apaixonei, mas comecei por trabalhar em gabinetes convencionais de Arquitectura em Portugal e Espanha.
Insatisfeita com o sector regresso a Portugal em 2018 e entro em contacto com grupos de permacultura e bioconstrução através dos quais iniciei o meu percurso em obra com técnicas de construção com a terra, iniciando assim um caminho mais holístico e sustentável sem volta.
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Morgana da Lusitânia
Nascida e criada na terra, Morgana da Lusitânia cresceu no meio das ervas a que cedo dedicou a sua atenção.
Chef de cozinha de profissão, para aí canalizou esse conhecimento que adquiriu não só com a sua avó materna e a sua mãe, mas que ela própria buscou ao longo de muitos anos por campos e vales.
Autora de 2 livros a elas dedicados, a Morgana é praticante de Druidismo e Xamanismo Ibérico e continua a sua busca pelo maravilhoso mundo das ervas, o “Ouro Verde”, como ela carinhosamente lhes chama, não só na vertente medicinal, como na alimentar e espiritual.
Este seu encantamento pelo Reino Vegetal e pela Natureza, levou-a a fazer parte da Academia do Bosque, um pequeno clube dedicado às artes do mato, à sobrevivência e à preservação da Natureza em geral.
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António Surrécio
António Surrécio é engenheiro eletrotécnico, educador, permacultor e designer de sistemas integrais resilientes e regenerativos. Sentindo o apelo da ecologia profunda e do pensamento sistémico, que se tornaram cada vez mais integrados na sua vida, estudou permacultura com Lesley Martin e com o arquitecto paisagista João Jorge.
Desde 2014 dedica-se inteiramente a actividades de permacultura, tendo sido co-fundador do centro Terra Purna em Valência de Alcántara, Espanha, uma quinta de 2 hectares com design regenerativo, onde leccionou cursos de design em permacultura e construção natural.
Actualmente, a sua vida profissional envolve a formação, consultoria, projecto e implementação de sistemas de permacultura com foco em infraestruturas para a resiliência.
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Jael Palhas
Ecólogo, conservacionista, educador ambiental, intérprete do património, criador do projecto Charcas de Noé.
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Paulo Guerreiro – Portugal Preppers Network
O meu nome é Paulo Guerreiro, e sou fundador e responsável da PORTUGAL PREPPERS NETWORK.
A PORTUGAL PREPPERS NETWORK, foi criada em 2012 no sentido de ajudar as pessoas, numa visão Educacional e Pedagógico, para que se sintam preparadas para qualquer tipo de catástrofe.
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Pedro Alves – Escola do Mato
Pedro Alves é um apaixonado pela natureza desde a infância. Fez o seu primeiro acampamento ainda com poucos meses de idade e, aos 10 anos, ingressou nos escuteiros – uma jornada que se estendeu por mais de 25 anos. Nesse período, Pedro desenvolveu profundas competências de campo e amor pela vida ao ar livre, ao mesmo tempo que colocava em prática os seus dotes artísticos. Como ilustrador e cartoonista, contribuiu durante uma década para a revista oficial dos escuteiros, a Flor de Lis, onde o seu trabalho se tornou uma referência na imagética escutista internacional. Essas experiências iniciais formaram a base da sua filosofia: aprender fazendo, com criatividade, humor e respeito pelo meio ambiente.
Numa época em que pouco se falava de bushcraft em Portugal, Pedro Alves emergiu como um pioneiro na redescoberta das técnicas tradicionais de sobrevivência e campismo. Recuperando métodos primitivos – como acender fogo por fricção e construir abrigos naturais – ele ajudou a lançar as bases da comunidade nacional de bushcraft.
A sua sede de conhecimento levou-o a aprofundar temas variados – desde comportamento das plantas a preparação para desastres – em cursos universitários internacionais, sempre com distinção. É o proprietário e gestor da Escola do Mato, planeando cada detalhe dos cursos para garantir que tudo decorre sem percalços e em segurança. A par do trabalho como formador, Pedro é convidado para palestras, workshops e eventos sobre sobrevivência e preparação para emergências, onde inspira os outros com a sua experiência e entusiasmo.
Pedro vive aquilo que ensina. Ao longo da vida, percorreu de mochila às costas os locais mais remotos de Portugal e protagonizou aventuras em cenários extremos. Uma das mais notáveis foi no Ártico, onde participou no Fjallraven Polar, numa expedição invernal de 300 km em trenó de cães, da Noruega à Suécia, aprendendo diretamente com conceituados especialistas internacionais de sobrevivência
Ao redor da fogueira, seja num denso bosque português ou sob a aurora boreal, terá sempre uma boa história para contar e um ensinamento inspirador a transmitir – honrando o legado de quem transforma a aventura em aprendizagem para a vida.
– Mais Actividades da Escola em Breve –
CArtas da Terra
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